O Aedes aegypti, que antes era conhecido como o “mosquito da dengue”, já não pode ser chamado assim — afinal de contas, além da dengue, o mosquito também transmite a zika e a chikungunya. Todas essas doenças exigem muita atenção e cuidados, porque, em alguns casos, podem ser bem graves e até levar à morte.

Uma atenção redobrada deve ser dada à saúde infantil. As crianças não possuem um sistema imune tão potente como o dos adultos e, por isso, estão mais vulneráveis aos vírus transmitidos pelo mosquito.

Portanto, para começar a tratar as doenças é importante ficar atento aos sintomas apresentados, pois, apesar de muito parecidas, existem algumas diferenças sutis entre elas. Para entender melhor, continue lendo este post!

Zika, Chikungunya, Dengue

Todas essas doenças são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti e quanto mais rápido for dado o diagnóstico, mais rápido começa o tratamento. Veja agora quais são as diferenças entre essas doenças e saiba identificá-las:

Sintomas da dengue

  • Febre alta (39° a 40°): é a primeira manifestação da doença que costuma aparecer. A febre aparece de repente e dura, em média, de 2 a 7 dias;
  • Dor de cabeça, dor no corpo e articulações, provocando prostração;
  • Fraqueza muscular;
  • Dor no fundo dos olhos;
  • Coceiras e erupções cutâneas;
  • Vômito, náuseas e emagrecimento também são comuns.

Sintomas da zika

A grande diferença entre a dengue e a zika é que, nesta última, a febre normalmente é baixa. Outros sintomas bastante característicos são a coceira na pele e as dores articulares.

Vômitos, tosse e dor de garganta também podem acontecer, mas são menos frequentes. A doença costuma desaparecer por volta de 3 a 7 dias, porém, a dor nas articulações podem permanecer por um período de tempo maior, de cerca de 1 mês.

Sintomas da chikungunya

Aqui a febre é de início abrupto, uma das características em comum com a dengue. Já em relação à zica, há a similaridade com o aparecimento da dor articular; porém, no caso da chikungunya essa dor se apresenta mais forte e em partes como o pulso e tornozelo. Esse sintoma já é pouco observado nas outras doenças.

O que fazer para proteger as crianças

Os cuidados profiláticos são muito parecidos com aqueles já indicados para os adultos — mas não custa nada relembrar, não é mesmo? A seguir, veja algumas dicas para deixar os pequenos longe do mosquito.

Não deixe o Aedes aegypti entrar em casa

A melhor maneira de deixar todas aquelas doenças bem longe do seu filho é não dando chance para a proliferação do mosquito. Portanto, nunca deixe água parada em nenhum local, mesmo que a água esteja limpa. Esse tipo de ambiente é um prato cheio para a fêmea colocar seus ovos.

Escolha roupas mais cobertas

Quanto menos partes do corpo estiverem expostas, menor a chance do mosquito transmitir a doença com sua picada. Então, vista as crianças com calças, meias e blusas de manga comprida sempre que possível.

Aplique o repelente

Existem repelentes específicos para uso em crianças, já que a pele delas é mais sensível que a dos adultos. Portanto, não deixe seu filho sair de casa sem uma aplicação. Esfregue ou borrife o repelente nas partes descobertas da criança e, se for sair de casa com ela, é sempre bom ter um na bolsa.

A saúde infantil é responsabilidade dos pais, portanto, cuide bem das crianças. O melhor que você pode fazer para evitar doenças é cuidar para que o mosquito nunca tenha morada em sua casa ou perto dela.

E então, já tomou as providências necessárias para deixar a zica, a dengue e a chikungunya bem longe? Conte pra gente o que você faz para proteger suas crianças dessas doenças!

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