Benéfica ou prejudicial? A tecnologia modificou profundamente as relações e o modo como as pessoas se comunicam, além de alterar, inclusive, o comportamento das crianças, que passariam o dia todo conectados, caso fosse permitido. Já integrada no cotidiano dos pequenos, o uso de aparatos tecnológicos com certeza possui aspectos positivos, como os aplicativos exclusivos para área acadêmica que otimizam o tempo e ajudam a melhorar o desempenho da garotada. Porém, como tudo na vida, a relação entre crianças e tecnologia deve ser dosadao, para que não prejudique o desenvolvimento delas em diversos aspectos.

Para auxiliar os pais na árdua tarefa de estabelecer o uso de eletrônico em casa, o post de hoje oferece algumas dicas úteis. Confira:

Crianças e tecnologia: uma combinação perigosa

Segundo algumas pesquisas, a utilização exagerada da tecnologia pode provocar efeitos negativos para as pessoas de todas as idades — no entanto, isso pode se agravar enquanto são apenas crianças. Dentre os efeitos negativos, estão o sedentarismo (acarretando em obesidade infantil), hiperatividade, problemas de atenção e de coluna, ansiedade, confusão mental, fadiga ocular e piora no rendimento escolar. Transtorno do sono e alteração de humor também são algumas das consequências do uso desmedido de adventos tecnológicos.

Determine horários específicos

Claro que a tecnologia também proporciona benefícios imensuráveis. Entretanto, o seu uso deve ser dosado. O recomendável é que os pais estabeleçam horários específicos, criando assim uma rotina saudável. Hoje, sabe-se que a tecnologia proporcionou novos padrões de vida, estimulando um tipo diferente de raciocínio e aprendizado. Porém, mesmo ampliando o conhecimento e a visão das crianças, deve-se ter um cuidado redobrado com a exposição dos pequenos a este universo tão complexo. O recomendado é criar regras e limites, explicando o motivo desta postura.

Supervisão e esclarecimento são essenciais

É necessário o acompanhamento de perto para identificar como o filho está utilizando estes meios. O consumo exacerbado de videogames, televisão e celulares, como já explicado, deve ser evitado. Neste contexto, os usuários precisam entender que as tecnologias existentes têm uma função muito mais ampla do que apenas para entretenimento em momentos de lazer, afinal, com um leque de possibilidades, estes mecanismos facilitam a busca do usuário por conhecimento, por exemplo. E é aí que entra o papel dos pais, que têm o dever de ensinar, orientar e esclarecer questões pontuais sobre o assunto, incentivado o uso consciente dos aparatos tecnológicos.

Conteúdos adequados para a idade

Conhecida como terra sem lei, a internet oferece simultaneamente informações de todos os tipos, cabendo ao próprio usuário filtrar o conteúdo do qual está fazendo uso. Como as crianças ainda não têm esta noção do que pode e o que não pode, fica a cargo dos pais verificar o que filho faz no universo virtual, certificando que os jogos, interações onlines e sites visitados sejam compatíveis com a idade da criança. É possível, por sinal, limitar o acesso dos filhos a certos sites e conteúdos que os pais julgarem inadequados.

Por mais que relação entre crianças e tecnologia proporcione um universo totalmente inovador e diferente a elas, os pais precisam estimulá-las a realizarem atividades manuais, que estabelecem interação em grupo e, consequentemente, cria o senso de coletividade. Afinal, nada melhor do que uma brincadeira de criança, não é mesmo?

Você também tem dificuldade em estabelecer um limite para o uso de aparatos tecnológicos em sua casa? Achou que nossas dicas foram úteis? Então, compartilhe com os amigos este post sobre a importância do uso adequado da tecnologia no lar!

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