Mão de obra sofreu “uberização” | VOCÊRH

Mão de obra sofreu “uberização” | VOCÊRH

A popularização dos serviços prestados por meio de aplicativos incendeia a discussão sobre o limite das obrigações entre empresas e trabalhadores

O Tribunal Regional do Trabalho de Belo Horizonte, em Minas Gerais, recentemente foi palco de um debate que vem sendo travado na esfera pública e legal em muitos países: existe relação laboral nas empresas de compartilhamento de serviços? Para o juiz Filipe de Souza Sickert, da 37ª Vara do Trabalho de BH, a resposta é não.

Na sentença de 30 de janeiro, a primeira desse tipo no Brasil, o magistrado recusou o pedido de um motorista para que a Uber pagasse suas férias, seu 13º e outras despesas. Menos de 15 dias depois, em 13 de fevereiro, no mesmo tribunal, só que dessa vez na 33ª Vara Judicial, o juiz Márcio Toledo Gonçalves concluiu o oposto. (mais…)

Caso de Sucesso: Click Babá | PayPal Blog

Caso de Sucesso: Click Babá | PayPal Blog

Imagine que você quer ir ao cinema com seu companheiro e não consegue ninguém de confiança para deixar seus filhos.

O que fazer? O casal Luciana Pereira e Taric Andrade viu nessa experiência pessoal uma oportunidade. Da ida frustrada para ver um filme, situação tão comum entre os pais, veio a ideia da Click Babá, um aplicativo que conecta famílias a babysitters profissionais. Lançado em 2016, o app tem, hoje, mais de 2 mil usuários e mais de 100 babysitters cadastradas em São Paulo e Grande São Paulo, mas já há planos de expandir o serviço para outras capitais. Quer saber mais sobre a história desse caso de sucesso e como ele funciona? Confira a entrevista que fizemos com Luciana Pereira, CEO da Click Babá:

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Startups lideradas por mulheres: elas existem sim | Rede Mulher Empreendedora (RME)

Startups lideradas por mulheres: elas existem sim | Rede Mulher Empreendedora (RME)

Quem é do meio empreendedor está cansado de ouvir a máxima “ah, mas quase não existe startups fundadas ou lideradas por mulheres”.

A gente sabe que isso não é verdade e queremos que esse argumento caia por terra. A porcentagem de startups fundadas com pelo menos uma mulher fundadora pulou de 9% em 2009 para 18% em 2014.
Nessa primeira parte, selecionamos startups fundadas e lideradas por mulheres que você tem que conhecer: (mais…)

Executivos deixam emprego para tentar negócio próprio | Valor Econômico

Executivos deixam emprego para tentar negócio próprio | Valor Econômico

Entre janeiro e dezembro do ano passado, foram criadas quase dois milhões de empresas no Brasil

Segundo o Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas. O número é recorde desde 2010 e 0,6% maior que o registrado em 2015, quando 1,96 milhão de empreendimentos foram abertos. A maior parte dos novos negócios surgiu por necessidade, consequência da crise no país. As pessoas perdem o emprego e veem no empreendedorismo uma opção para gerar alguma renda.

De qualquer forma, dentro desse contingente de novos empreendedores e mesmo com o cenário adverso, há quem tenha escolhido deixar um bom emprego para começar um negócio próprio. Nesses casos, é uma questão de opção e identificação de uma oportunidade de negócio. “Empreender, ainda que não seja a escolha da maior parte das pessoas, tem acontecido com mais frequência, porque o Brasil se tornou celeiro de startups e a tecnologia permite abrir o próprio negócio de forma mais barata”, afirma Karin Parodi, sócia da Career Center, consultoria de transição de carreira. “Passou a ser, de fato, uma opção profissional.”

Criou-se uma aura positiva em torno dessa escolha profissional e ainda hoje há quem olhe a carreira solo como algo fácil, sem chefe, sem horários e com muito ganho de dinheiro e prestígio. Só que não é bem assim. Empreender envolve um propósito de vida e deixa muita gente realizada, mas a trajetória não tem todo esse glamour que se imagina no senso comum. São meses – e às vezes até anos – sem ganhar salário, o que impacta em mudanças no padrão de vida pessoal e uma carga de trabalho intensa, ainda que se ganhe em flexibilidade de horário.

Também é uma aposta que se tornou mais arriscada com o tempo. Segundo o Sebrae, entre os negócios nascidos em 2012, o índice de sobrevivência chegou a 77% após os dois primeiros anos de vida. Já em 2014, entre os negócios abertos, estima-se que o índice de sobrevivência tenha caído para 67% após dois anos de vida.

“É preciso ter uma reserva financeira para viver por cerca de três anos”, enfatiza Ana Fontes, fundadora da organização Rede Mulher Empreendedora. “No começo, não se pode esperar depender da nova empresa para sobreviver.” Executivos que ocupam cargos de gestão e deixam seus empregos para empreender costumam demorar para ter retiradas iguais às que tinham como funcionários.

Bruna Guimarães, fundadora da Gupy junto com Mariana Dias, sabia disso quando deixou o cargo de gerente de recrutamento na Ambev. “Me planejei para ficar três anos sem salário”, conta Bruna, que deixou a multinacional de bebidas no começo de 2015. Para economizar, passou a dividir apartamento com a amiga e sócia e vendeu o carro para usar o transporte público. “É

Mariana Dias e Bruna Guimarães, que deixaram a Ambev para fundar a Gupy uma mudança no estilo de vida”, diz. A reserva financeira é importante porque faz com que o empreendedor não tome decisões impulsivas motivadas apenas pela necessidade imediata de dinheiro, e consiga olhar com mais cautela a estratégia da empresa.

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ClickSitter oferece ferramenta de contratação de babysitters | StartSe

ClickSitter oferece ferramenta de contratação de babysitters | StartSe

A ClickSitter tem como proposta conectar professoras e enfermeiras a famílias que precisam de cuidado para seus filhos

Fundada por Luciana Pereira e Taric Andrade, a ClickSitter é uma startup para atender a necessidade de pais que buscam contratar babysitters. O aplicativo, lançado em janeiro de 2016, tem o objetivo de ser uma rede de confiança entre as duas partes e, para isso, tem em seus pilares a alta capacitação das profissionais disponíveis, a segurança no pagamento, a praticidade e assertividade no serviço e a avaliação de cada chamado prestado.

“Nós não avaliamos apenas o currículo das candidatas. Antes, elas precisam provar ter conhecimento e experiência em cuidado infantil nas suas áreas de atuação (pedagógica ou saúde) e também são testadas em situações comuns na relação pais-babysitting-filhos”, diz a fundadora Luciana Pereira. (mais…)